A virtude designa igualmente e por extensão, a eficácia ou aptidão real para agir que pertence propriamente ao sujeito:a virtude de um remédio,e entre outros.Para Platão e Aristóteles, existe, aliás, uma virtude de cada coisa quando esta realiza sua natureza de maneira excelente: virtude do cavalo, que é de correr bem, virtude do homem, sobretudo, que é de desabrochar suas faculdades sob o uso da razão.
Já a Moral é um conjunto de normas, prescrições e valores que regulamentam o comportamento dos indivíduos em sociedade. Ou seja, são os limites que o homem estabelece para si nas suas ações e intervenções na realidade e na convivência na sociedade. O senso moral, a consciência moral, é aquilo que faz com que a minha ação tenha por parâmetro a referência o respeito a liberdade do outro e a responsabilidade e consciência de que isso significa também não fazer ao outro o que não gostaria que fizesse a mim.
Segundo Maquiavel, o homem deverá ter além da fortuna, a virtude para que possa conquistar o poder e saber conduzir-se nele. A virtude deve ser a qualidade inata de seu ser. Sem essa qualidade não poderá, o príncipe, resistir no poder. Por isso é que a idéia de virtude domina a sua obra. (O Príncipe). Visto isso, podemos nos questionar qual a melhor maneira, isto é, como o Príncipe deve governar? Qual a concepção adequada para isso?
Diante desse questionamento, objetivaremos, em vista da relevância do tema abordado, a sua atualidade, como também sua abrangência no cenário político administrativo nos diversos setores da sociedade, associar a concepção de política apresentado por Maquiavel em sua obra O príncipe com a ação política atual.
Para melhor entendimento:
http://www.consciencia.org/a-etica-de-aristoteles-virtude-felicidade-moral
Nenhum comentário:
Postar um comentário